minha criança com raiva
Por quantos internos deixamos de passar pela falta de liberdade. Conto choros pelo vazio nomeados de opressão e, na ânsia e alívio, nos arremessamos em insanidades que enchem de incapacidades nosso estômago.
Atrevimentos que exilamos do conseguir por faltar espaço. Falta nada, sobra. Sobra um monte de coisa que a gente não usa por medo do tamanho que nasce. Tamanho nasce e ninguém guarda, mais.
Vai e fala que prende. Prende onde. Inventa encurralos e sem saídas só pra poder chegar mais cedo em casa e esfolar o travesseiro, mais um pouco.
É que não pode, não. Se vive pra sempre, reprime. Se não vive, vive assim mesmo.
Atrevimentos que exilamos do conseguir por faltar espaço. Falta nada, sobra. Sobra um monte de coisa que a gente não usa por medo do tamanho que nasce. Tamanho nasce e ninguém guarda, mais.
Vai e fala que prende. Prende onde. Inventa encurralos e sem saídas só pra poder chegar mais cedo em casa e esfolar o travesseiro, mais um pouco.
É que não pode, não. Se vive pra sempre, reprime. Se não vive, vive assim mesmo.

2 comments:
Obrigado pelo comentário, Alice! Bom, eu não sei quem faz pior, eu ou os outros. E me joguei porque falar de mim mesmo é mais seguro, embora eu veja em alguns comentários tanta falta de autocrítica... Isso que me inspirou pro post que você leu! Beijos.
ui!
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