Thursday, May 3

minha criança com raiva

Por quantos internos deixamos de passar pela falta de liberdade. Conto choros pelo vazio nomeados de opressão e, na ânsia e alívio, nos arremessamos em insanidades que enchem de incapacidades nosso estômago.
Atrevimentos que exilamos do conseguir por faltar espaço. Falta nada, sobra. Sobra um monte de coisa que a gente não usa por medo do tamanho que nasce. Tamanho nasce e ninguém guarda, mais.
Vai e fala que prende. Prende onde. Inventa encurralos e sem saídas só pra poder chegar mais cedo em casa e esfolar o travesseiro, mais um pouco.
É que não pode, não. Se vive pra sempre, reprime. Se não vive, vive assim mesmo.

2 comments:

Régis said...

Obrigado pelo comentário, Alice! Bom, eu não sei quem faz pior, eu ou os outros. E me joguei porque falar de mim mesmo é mais seguro, embora eu veja em alguns comentários tanta falta de autocrítica... Isso que me inspirou pro post que você leu! Beijos.

Anonymous said...

ui!

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meio cansada icontinente. self-service de mente. orkut